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História 1.6

1.6  – PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO

 

Só em 1865 foi lembrada a escolarização da população infantil da colônia por haver numero suficiente de meninos para freqüentar.

A Lei nº 574, de 4 de maio de 1866, autorizava a contratação de um padre, que seria também professor primário, recebendo 200.000 réis anuais. Mas, como padre e professor não seria fácil de encontrar, foi pedida autorização à presidência da Província para “propor um professor com as habilidades precisas” para reger interinamente o ensino elementar na colônia. O problema foi solucionado com a contratação do cidadão Manoel Severino Botelho, professor particular, com a gratificação mensal de 25 mil réis.

O diretor da colônia foi nomeado sub-diretor da escola publica da colônia em 31 de outubro. Entrou em exercício em 1º de dezembro.

 

 

O professor Manoel Severino Botelho, em 5 de junho de 1868, foi exonerado a seu pedido.

Em 10 de novembro de 1868, foi nomeado Francisco Bernadino de Faria, professor público interino da Colônia Nacional de Angelina. E no final de 1868, a escola era freqüentada por 20 alunos e funcionava na casa de Carlos Othon Schalappal ex-diretor da colônia.

O Diretor da colônia Joaquim Jose de Souza Corcoroca pediu ao Presidente da Província para construir um nova escola que foi edificada com a ajuda de alguns habitantes, faltando concluir a obra com o forro, envidraçar 6 janelas, pintura e reboco da cal interior. No mês de dezembro de 1869, já funcionava a escola em uma das salas. A nova escola era composta de 6 janelas, 3 portas, telha, assoalhada com 31 pés de frente, 21 de fundos e 7 de altura.

No final do ano de 1971, era professor interino João Luiz da Silva Leal que muito influiu para tal melhoramento nesta escola, onde estavam matriculados 20 alunos. Enquanto escola, foi criada pela lei Provincial nº 575, de 4 de maio de 1866, e artigo 7º da lei nº 586 de 28 de junho de 1867.

Em 1874, a situação escolar era regular com 24 alunos, sendo professor João Maria Melo da Luz, que retirou-se da colônia em 23 de outubro de 1875. Era raro o colono que sabia ler e escrever.

De 23 de outubro a 21 de dezembro de 1875, foi professor Julíão Gomes do Amaral, que exercia também a profissão de farmacêutico.

Em março de 1876, foi empossado o professor Francisco José Correia Rheinhardt, que solicitou material necessário a sua escola: papel almaço pautado, almaço liso, penas de pau, lápis de pedra, translados de bastardinho, translado de bastardo, campainha, livros de Abílio, taboadas, cartilhas de doutrina, canetas de pau e boiões de tinta preta.

A situação escolar não era das melhores, com a necessidade de mais escolas primarias para ambos os sexos, já que havia na colônia cerca de 120 menores, de 6 a 12 anos, reclamando o pão de espírito, bem como aulas para adultos no período noturno, pois poucos sabiam ler e escrever, apenas cerca de 10 ou 12 colonos.

Em 1876, havia na sede da colônia uma escola pública de letras para sexo masculino dirigida pelo professor Francisco José Corrêa Reinhardt, com 22 alunos e o professor era elogiado pelo trabalho.

Em 1877, a escola contava com 22 alunos que no tempo de plantação saiam da escola para dedicar-se ao cultivo de plantações.

Havia necessidade da criação de mais escolas públicas, pela distancia de três léguas, mais ou menos, da sede da colônia, de modo que os meninos moradores não podiam aproveitar o ensino. O professor entrou em licença em 7 de fevereiro, ficando como substituto Julião Gomes do Amaral.

Em 1879 foi contratado um novo professor, Joaquim Caetano da Silva que exercia as funções de farmacêutico.

 

Desfile de 7 de setembro de 1952